Mesmo vivendo-nos numa sociedade globalizada e banhada na era da informação, não podemos deixar de questionar exaltivamente sobre a concepção enigmática da morte em nossa contemporaneidade. Já que, segundo Aranha (2002, p. 331) "a morte é o destino inexorável de todos os seres vivos"seja no plano animal quanto no social. Mas, em relação ao primeiro plano, o "animal" não tem consciência dessa fatalidade, no entanto, no plano social do homem ocorre um processo completamente inverso, este por possui uma consciência desta fatalidade é capaz de criar simbologias, cerimônias, rituais que podemos comprovar no percurso da história da civilização humana. É a partir desta reflexão que questionamos como desenvolveu essa consciência no mundo dos homens? E por que esse fenômeno apresenta diferenciações dependendo de determinados contextos culturais e sociais na sociedade ocidental? É em busca de responder a estas indagações que lançaremos um olhar sócio-antropológico tendo como pano de fundo as concepções encontrada no cotidiano dos moradores da cidade de Murici/AL.
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